Escolas municipais de Mauá passam por reparos

Por Portal Opinião Pública 28/10/2021 - 09:59 hs
Foto: PMM / Divulgação
Escolas municipais de Mauá passam por reparos
Oito escolas estão passando por diversos tipos de reparos antes de aulas presenciais serem retomadas

Objetivo é melhorar a estrutura e deixar os locais prontos para a volta gradual dos alunos; a partir de 3 de novembro, capacidade de alunos presenciais subirá para 50%

A Prefeitura de Mauá iniciou a realização de reparos pontuais em oito escolas municipais com o intuito de prepará-las para o retorno das aulas presenciais com um fluxo maior de alunos. De acordo com o Paço, entre os serviços que estão sendo realizados estão as revisões de partes elétricas e hidráulicas, troca de telhados, portas, fechaduras, portões e a substituição de revestimentos de paredes e chão.

As oito unidades escolhidas para a realização dos reparos são a EM Guimarães Rosa (Jardim Guapituba), a EM João Rodrigues Ferreira (Jardim Itaussu), a EM Maria Rosemary de Azevedo (Jardim Zaíra), o núcleo Professora Maria Wanny Soares Cruz (Vila Carlina), Martin Luther King Jr (Jardim Campo Verde), Professora Neuma Maria dos Santos (Jardim Paranavaí), José Tomaz Neto (Jardim Pilar) e Terezinha Leardini Damo (Jardim Zaíra). A partir do dia 3 de novembro, estas e todas as outras escolas municipais estarão autorizadas a receber 50% dos alunos presencialmente. A presença ainda não é obrigatória devido aos efeitos da pandemia. Nesse período também ocorrem aulas on-line, além da entrega de materiais didáticos preparados pelos educadores para que as crianças ou responsáveis levem para fazer as lições em casa e devolvam à escola. 

Todas as unidades e profissionais da educação estão orientados quanto aos protocolos sanitários e de segurança para esse importante momento e instruídos para apoiar alunos e familiares. O uso de máscaras será obrigatório a todas as crianças durante as aulas e devem ser trocadas a cada duas horas. Para descartar aquelas que foram usadas é preciso ter uma sacola plástica exclusiva para isso, na mochila. Os alunos com deficiência, segundo a Lei 14.019/2020, não têm a necessidade de usar a proteção.

A temperatura da criança será aferida na entrada da escola. Se for igual ou maior que 37,5ºC, ela deverá voltar para casa com os pais, com a orientação de ser levada ao médico. 

Se a pandemia estiver controlada, a expectativa é que no início do ano letivo de 2022 as aulas sejam 100% presenciais.